#CuriosidadeRibasHP: 5 símbolos com significados completamente diferentes do que você imagina


Talvez você não seja muito ligado aos símbolos que estão à sua volta o tempo todo, mas, se você começar a reparar, vai perceber que seu campo de visão é constantemente afetado pela presença de imagens que representam alguma coisa. Isso vale para logomarcas, símbolos religiosos, sinais de trânsito, gestos e mais uma infinidade de outras coisas.

E não é de hoje que usamos símbolos para representar crenças, conceitos, nomes e pessoas. A humanidade já faz isso há muito tempo, e, quando um símbolo é secular ou milenar, é comum que ele acabe perdendo seu sentido inicial, como é o caso dos que você pode ver abaixo, que já têm significados muito diferentes. Confira:



1 – Chifres com os dedos

O gesto feito por quem curte o bom e velho metal foi popularizado por Ronnie James Dio, que, talvez nem tivesse percebido, mas estava criando quase uma extensão da identidade de quem realmente gosta desse estilo musical.

O gesto, porém, é usado há muito mais tempo e, por incrível que pareça, os chifrinhos que hoje são vistos por alguns como um símbolo satânico tinham o significado oposto: conhecido como “corna”, o gesto era usado como uma forma de demonstrar repulsão por coisas negativas e pelo “coisa ruim”, de forma geral.

E sabe do que mais? Quando o músico usou o gesto pela primeira vez, ele já sabia que não tinha nada a ver com qualquer invocação satânica, afinal sua avó tinha explicado para ele que o símbolo era quase um pedido de paz. E aí, você sabia disso?


2 – O símbolo da paz

Se você conhece um pouco sobre o movimento paz e amor da década de 1960, provavelmente lembra que o símbolo acima era a marca criada pelos amantes de Woodstock. Só que não.

O ícone foi criado, na verdade, por Gerald Holtom, com a intenção de passar uma mensagem em prol do desarmamento nuclear na Grã-Bretanha. De acordo com Holtom, o desenho é a representação dele mesmo em desespero, com as mãos para baixo e um círculo em volta do próprio corpo.

Mesmo sendo o autor do ícone, Holtom nunca registrou os direitos autorais de seu trabalho e não demorou para que o símbolo tivesse outras interpretações, sendo que a mais popular delas é a paz. Há quem acredite também que ele representa uma cruz satânica invertida, mas isso não passa de especulação sem muito sentido.


3 – O Caduceu

O símbolo que você vê acima, conhecido também como Emblema de Hermes, é comumente utilizado por membros da comunidade médica e de saúde, de uma maneira geral. O desenho é decifrado como um par de asas e cobras enroladas, certo? Certo, mas não é bem a saúde que ele representa.

Na verdade, o símbolo médico é o Bordão de Asclépio, que é também um par de asas, mas com apenas uma serpente enrolada a ele. Asclépio era o deus grego da Medicina e da cura e, por isso, seu símbolo está relacionado com a saúde.


Já o Emblema de Hermes foi escolhido pelo Corpo Médico do Exército dos Estados Unidos, há mais de 100 anos, com base na decisão de um oficial que acabou se confundindo e trocando os símbolos. É por isso que o Caduceu é o símbolo mais prevalente, principalmente na América do Norte. Em outras partes do mundo, o símbolo é usado para representar o comércio, afinal Hermes era o patrono de mercadores e comerciantes.


4 – A caveira com os ossos cruzados

Vamos lá: quando você vê uma caveira sobre dois ossos cruzados, qual é a primeira coisa que passa pela sua cabeça? Se você pensou em algo relacionado a qualquer tipo de substância venenosa ou perigosa, você está certo, e quando há esse sinal em algum elemento, é melhor você ficar longe dele.

O mesmo símbolo era também usado por piratas, que estampavam a imagem em suas bandeiras, ainda que isso fosse mais uma escolha genérica, afinal todo bom pirata tinha seu próprio símbolo e sua própria bandeira.

O que você não deve imaginar é que o símbolo começou a ser usado na Espanha, como forma de identificar cemitérios. Até hoje é possível encontrar essa representação em igrejas, capelas e, claro, cemitérios espanhóis. Foi por essa relação com a morte que os piratas adotaram o símbolo, inclusive. Era uma forma de “impor respeito”.


5 – A suástica

Poucos símbolos são tão fortes quanto a suástica, que, bordada nos uniformes nazistas, lembrava a todos quais eram os princípios da política defendida por Hitler.

Na verdade, a suástica, conhecida também como Cruz Gammadion, é um dos símbolos mais antigos do mundo e, inclusive, já foi utilizada em religiões como o budismo, o hinduísmo e o jainismo, além de ter sido utilizada pelas civilizações antigas, como os gregos, egípcios, romanos e celtas.

Para o hinduísmo, de onde vêm algumas das representações mais antigas do símbolo, a suástica representa o deus Vishnu até hoje. Uma curiosidade interessante: a suástica “girando” para o sentido horário representa Vishnu e, no sentido anti-horário, representa o deus Kali.

Nos tempos mais modernos, a suástica foi utilizada diversas vezes antes do Nazismo, até mesmo na cerveja dinamarquesa Carlsberg e na Força Aérea da Finlândia.

Fonte e imagens: Mega Curioso



Conheça opções para quem vai alugar um imóvel e não tem fiador


Quem muda de cidade pode encontrar dificuldades para alugar um imóvel quando se depara com a necessidade de oferecer garantias ao proprietário.

Por não implicar custos e por ser considerada segura, a opção preferida tanto pelo locador quanto pelos inquilinos sempre foi e ainda é o fiador, ou seja, uma pessoa, geralmente dona de imóvel na mesma cidade, que possa assumir a dívida do locatário em caso de ele não pagar.

Essa, porém, não é uma alternativa para quem procura uma casa ou apartamento em um lugar onde não tenha parentes e ainda está construindo uma rede de amigos. A seguir, saiba quais são as opções para quem está nessa situação:

Seguro-fiança: apesar de ainda ser a alternativa menos buscada por inquilinos, é cada vez mais comum. Um levantamento feito pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação) na capital paulista apontou que, entre maio de 2007 e maio de 2013, a porcentagem de contratos fechados com seguro-fiança cresceu de 15.1% para 20.5%.

A porcentagem daqueles que optaram por fiador e depósito caução caiu de 51,1% para 48% e de 33,8% para 31,5% respectivamente, no mesmo período.

"A vantagem do seguro-fiança é que a seguradora começa a pagar o aluguel ao proprietário imediatamente. Nas outras opções, ele só recebe depois do despejo", diz Jaques Bushatsky, diretor de Legislação do Inquilinato do Secovi-SP.

Para o inquilino, porém, nem sempre essa garantia é a melhor opção. Primeiro, porque pode pesar no bolso. "O seguro custa mais ou menos entre um aluguel e um aluguel e meio por ano", afirma Jaques. E, segundo, porque esse dinheiro não é devolvido a ele após o término do contrato, como acontece, por exemplo, para aqueles que fazem o depósito caução.

Uma alternativa que pode valer a pena é combinar o pagamento do seguro-fiança com um aluguel mais em conta.

Foi assim com o economista Christiano Moreira, de 31 anos. Quando se mudou de Belo Horizonte (MG) para ser trainee em uma multinacional em São Paulo, encontrou um imóvel do jeito que queria. Como o proprietário não aceitava fiadores de outras cidades, Moreira recorreu ao seguro-fiança.

"O aluguel do imóvel estava bem inferior ao dos restantes, era mais ou menos 20% mais barato. Então, nem discuti muito", conta.

Depósito caução: nessa opção, a garantia é um valor, em geral de três aluguéis, depositados em uma poupança conjunta. Só é possível mexer nesse dinheiro com autorização de locatário e locador, ou por determinação da Justiça.

Para o proprietário, há o inconveniente de que, em caso de inadimplência por parte do locatário, o dinheiro pode demorar a ser sacado, já que depende de trâmites judiciais -o que leva, em média, um ano. "O período para tirar o inquilino acaba ultrapassando o período coberto pelo depósito. O proprietário fica no prejuízo", diz José Augusto Vianna Neto, presidente do Creci-SP.

Para o inquilino, porém, esse tipo de garantia acaba sendo mais confortável, uma vez que, além de mobilizar menos recursos (o valor de até três aluguéis é determinado por lei), no fim do contrato, ele pode reaver o dinheiro, com a correção da poupança.

Fonte: Economia UOL


Dicas para mulheres solteiras que moram sozinhas



Uma mulher que mora sozinha precisa tomar algumas precauções para garantir segurança. Se você mora em apartamento ou em casa, algumas mudanças simples em sua rotina podem ajudá-la a se sentir mais confortável e aumentar a segurança.


Manter estranhos longe
Antes de se mudar para uma nova casa, é importante que você ou o proprietário mude as fechaduras. Os ocupantes anteriores podem ter uma cópia das chaves originais, o que significa que um estranho pode ter fácil acesso à sua casa. Também é importante verificar quem está na porta antes de abri-la a um desconhecido potencialmente perigoso. Se vir alguém de uniforme, peça sua identificação, seja através da janela ou pelo olho mágico. Além disso, mantenha todas as portas trancadas quando estiver em casa. Se quiser manter uma janela aberta, verifique se não há nenhuma maneira de um estranho subir por ela.

Ilumine bem o local
Ilumine bem em volta de todas as portas. Se estiver escuro você não será capaz de ver quem está por trás da porta quando a campainha tocar. Além disso, quando estiver chegando em casa, é bom ser capaz de ver claramente que ninguém está à espreita esperando por você. Portas escuras são mais convidativas para ladrões, enquanto as bem iluminadas não fornecem a cobertura que eles precisam para se esconder.

Não deixe estranhos ter acesso visual
Deixar as cortinas abertas pode ser um convite para estranhos espreitarem, verem que você está sozinha ou tentar invadir à noite. Durante a noite, mantenha cortinas completamente fechadas. Se houver queda de energia, mantenha-as fechadas também.

Proteja informações pessoais
Você pode pensar que suas informações estão protegidas por estarem dentro de uma caixa de correio, mas o que está no exterior pode também ser revelador. Evite ter seu nome completo escrito em sua caixa postal. Em vez disso, deixe apenas suas iniciais ou seu sobrenome para evitar que estranhos saibam que uma mulher mora na casa.

Crie um sistema de alerta
Há vários sistemas de alerta que podem ser utilizados. O primeiro é normalmente usado em casas e instalado por especialistas. O segundo é o alarme sem fio, que você pode usar se tiver um apartamento ou se preferir uma alternativa mais barata. O terceiro seria um sistema de alarme improvisado, possivelmente menos eficaz. Tente amarrar latas de alumínio com uma corda e pendurá-las em cada maçaneta. Ao abrir a porta, elas farão barulho.

Esteja preparada
Quando se preparar para entrar em casa, verifique que ninguém está à espreita. Além disso, leve suas chaves na mão, assim pode imediatamente entrar em casa e trancar a porta. Ficar procurando as chaves dá tempo de alguém se esgueirar por trás de você. Quando sair, carregue as chaves na mão, como uma ferramenta de defesa.

Fonte: eHow


Pensa em comprar um imóvel? 7 dicas para negociar um bom desconto


É momento propício para tentar abater uma boa quantia do valor pedido pelo vendedor. Aprenda a usar isso a seu favor

A compra de um imóvel é uma das decisões mais importantes na vida do brasileiro. Com o recente boom de preços, ficou mais difícil ter acesso à tão sonhada casa própria.

A boa notícia é que, em regra, os preços pedidos pelo proprietário são sempre mais altos do que os fechados no momento da venda. Isso significa que você sempre terá alguma margem para chorar um desconto. Basta saber como usar isso a seu favor.

Apesar de o preço ser um fator preponderante para a decisão da compra, ele não deve ser o único fator pesado na balança do comprador, acredita o gerente de Marketing e Vendas da Marques Construtora, Vitor Marques.

“Para identificar uma boa oportunidade na planta, o consumidor não pode olhar somente para o preço, mas também a localização, qualidade da planta, lazer e construção, além da confiabilidade da construtora. Produtos que apresentarem uma combinação coerente entre esses itens são um bom negócio”, considera.

Confira abaixo as principais dicas de especialistas do mercado imobiliário para obter o melhor desconto possível ao fechar o negócio:


1. Sempre faça uma contraproposta

A recomendação da corretora da imobiliária RE/MAX Estrelas, Elzeni Dutra, é que o potencial comprador peça de cara um desconto de no mínimo 5% do valor pedido pelo vendedor. “O proprietário já espera receber uma contraproposta”. O momento é propício para negociar, acredita a especialista. Com o volume de empreendimentos lançados, é grande o número de proprietários dispostos a abrir mão dos lucros para capitalizar seus investimentos. “Muitos estão aceitando um lucro menor que no passado”, conta Elzeni.

2. Seu poder de barganha aumenta se tiver dinheiro à vista

A forma de pagamento é um argumento poderoso na hora de pedir um desconto ao vendedor. “Quem tem condições de pagar à vista, em dinheiro, terá a melhor ferramenta de negociação com o proprietário”, afirma a corretora da RE/MAX. A especialista conta que a queda nos preços dos imóveis é mais perceptível para quem tem dinheiro para pagar à vista do que quem precisa financiar o bem. Mas quanto maior a entrada, maior o poder de negociação.


3. Não use um imóvel como pagamento. Venda e pague à vista

Quando o comprador oferece um outro imóvel como forma de pagamento do bem que pretende comprar, ele perde a oportunidade de conseguir um bom desconto, na opinião de Elzeni. “Pode ser que o imóvel deprecie e ele perca dinheiro com o negócio. O ideal é vende-lo primeiro e usar o dinheiro para comprar o outro à vista, pedindo um desconto”, diz.

4. Descubra se o imóvel precisa de reforma

Antes de fechar a compra, peça a orientação de algum especialista do setor de construção para avaliar o imóvel a ser adquirido pra identificar futuros gastos com manutenção, e comprador pode pedir redução do preço do imóvel, pelos futuros gastos. E pra fechar por um preço menor também. Se o imóvel a ser adquirido for usado e necessite de alguma reforma pode ser pedido um desconto, por volta de 5%, se estiver ruim pode pedir um pouco mais.


5. Pesquise qual é o preço justo do imóvel

Para Marques, da Marques Construtora, somente por meio de uma ampla pesquisa o comprador saberá se vai pagar um preço justo pela habitação. “O imóvel que oferece valores acima do mercado, na grande maioria, possui alguma margem para negociação. O que já possui preços de acordo com o mercado, não permite negociar”, explica. Elzeni, da RE/MAX, sugere que o interessado pesquise os imóveis mais vendidos na região e que sejam similares ao que está buscando. “Se o preço fechado por eles foi menor que o anunciado, esse pode ser um argumento para abater o valor”, recomenda.

6. Saiba se o vendedor tem pressa para vender

Quanto maior for a urgência do proprietário para vender o imóvel, maior será sua disposição para abrir mão do preço pedido. “Neste momento do mercado, em que muitos investiram e precisam capitalizar os lucros para fazer novos investimentos, está mais fácil negociar”, diz Elzeni. Em São Paulo, por exemplo, ouve-se falar de descontos de até 20% concedidos pelo proprietário, conta a corretora.

7. Identifique falsas liquidações

Recentemente, grandes construtoras anunciaram descontos de até 30% para desovar seus estoques. Para o gerente da Marques Construtora, é importante tomar cuidado com falsas liquidações divulgadas ultimamente. “Essas ofertas têm como objetivo atrair a atenção do cliente mal informado, oferecendo descontos excepcionais, quando na verdade são nada mais que o valor de mercado”, alerta. A estratégia de aumentar para depois diminuir. Para Elzeni, como os estoques estão altos, pode ser um bom momento para conseguir um bom preço, mas é preciso avaliar o preço justo do bem.

Fonte: Andre Mansur


Como abrir uma microempresa: passo-a-passo




Atualmente, muita gente se pergunta: como abrir uma microempresa? Afinal, nem todos nasceram para ser empregados de uma empresa. Algumas pessoas têm um perfil empreendedor tão presente que sua atuação profissional não pode ser outra senão estar à frente de um negócio próprio. Tudo surge de uma ideia e ela vai ganhando corpo ao longo do tempo, até que finalmente um negócio surge.  Mas, como abrir uma microempresa?

Abrir uma microempresa pode ser uma das mais importantes decisões de sua vida

Passo-a-passo de como abrir uma microempresa: 

Diferente do que muitos imaginam, o processo de abrir uma microempresa é bem simples.  Antes de tudo, visite o SEBRAE – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – para tirar informações sobre o negócio desejado, se você deve abrir uma microempresa ou empresa de grande porte.

Uma das principais dicas para abrir uma microempresa é que primeiramente se faça um registro na Junta Comercial ou Cartório de Registro de Pessoa Jurídica. Para fazer o registro é necessário juntar uma série de documentos pessoais, outros formulários e fichas. Outro passo necessário é a criação do CNPJ da sua empresa. Depois então, a nova organização jurídica irá contabilizar impostos e outros gastos. É nesta etapa que no site da Receita Federal você deverá indicar o ramo da empresa e o tipo de empresa.

Alvará de funcionamento para microempresa

Outra etapa importante para abrir uma microempresa é a obtenção do alvará para funcionamento. Após cadastrar o CNPJ será necessário obter o alvará na Prefeitura da sua cidade. Para conseguir este documento serão necessários os dados completos da empresa, cartão CNPJ e cópia de contrato social. As prefeituras disponibilizam formulários próprios para cada empresa e o departamento de fiscalização realiza uma visita prévia na empresa.

Próximo passo para abrir uma microempresa

O próximo passo para abrir uma microempresa consiste na obtenção da Inscrição Estadual. Para concluir esta etapa o empreendedor deverá comparecer à Secretaria Estadual da Fazenda. Alguns concluem a inscrição pela Internet. A Inscrição Estadual só é necessária para empresas que precisarão de ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços.

Uma vez estabelecida a microempresa, os próximos passos estão relacionados à escolha de um local, identidade visual e nome comercial da empresa. A contratação de funcionários também deve ser feita e com isso a empresa precisa ter um cadastro na Previdência Social. Tenha em mente que nos dois primeiros anos, o empreendedor fará muito mais investimentos do que propriamente lucro. Para isso, é preciso ter capital de giro para conseguir manter a empresa durante este período.


Plano de Negócios para abrir uma microempresa. Precisa?

Sim, precisa! É muito importante quando se pensa em abrir uma microempresa ter um plano de negócios para guiar os rumos da microempresa, bem como um plano de marketing que irá delinear como o produto ou serviço será vendido.

O Plano de Negócios para abrir uma microempresa, com previsões de ações de marketing, plano financeiro, estudo de concorrência, entre outros aspectos, também auxiliará na caracterização institucional da sua microempresa, tanto para o público interno quanto externo.

Agora, mãos a obra! Siga em frente em seu projeto de abrir sua microempresa. Por fim, não se esqueça de nossa recomendação inicial: procure ajuda do SEBRAE. Com certeza eles poderão encurtar alguns caminhos a serem percorridos na criação da sua microempresa. Sucesso nesta importante empreitada da sua vida!

Fonte: Kersaber

Como limpar o microondas em minutos e sem esforço

Nossa Dica de hoje é sobre a limpeza do forno de microondas, a Personal Organizer Rafaela Oliveira mostra em vídeo uma dica muito boa para a limpeza rápida e eficiente!

Acompanhe:



Fonte: Organize sem Frescuras


As 10 leis do investimento em imóveis


1. O investimento em imóveis deve ser lucrativo

Investir em imóveis requer algum trabalho. Se você vai comprar imóveis, há o tempo dedicado para encontrar boas ofertas, para visitar os imóveis selecionados. Há o custo das ligações telefônicas para apurar os detalhes dos imóveis. Há o custo de tempo e dinheiro para visitar os imóveis mais interessantes e confirmar se realmente são tudo que pareciam ser no anúncio. Se vai construir, nem vou perder tempo listando a quantidade de trabalho que dá, você já deve saber disso.

Gerenciar o investimento em imóveis da trabalho. Devemos contar o custo deste trabalho e subtraí-lo dos lucros. Assim, se desejarmos terceirizar esta parte do negócio, porque investir em imóveis é um negócio como outro qualquer, devemos ser capazes de obter lucros mesmo pagando pessoas, funcionários ou empresas que cuidem do negócio de investimento em imóveis para nós.

Repetindo: devemos lucrar, mesmo pagando para alguém fazer o que não sabemos ou não queremos cuidar nós mesmos.

2. Investimentos são feitos com a cabeça, não com o coração

Leia novamente a primeira lei do investimento em imóveis e depois leia o maior segredo para investir em imóveis. Um imóvel para investimento não precisa nos agradar, tem apenas que gerar lucro. Não iremos morar nele, não iremos trabalhar nele, iremos lucrar com ele.

3. Construir pode trazer mais lucro do que comprar pronto

Essa é simples. Ao comprar pronto você pagará não apenas o custo de construção como também o lucro de quem bancou esta construção. Ninguém investe para construir um imóvel esperando vender pelo que pagou. Se você lucrar com a construção, ao decidir alugar o imóvel que acabou de construir irá obter uma rentabilidade muito maior do que se tivesse pago mais pelo imóvel pronto.

4. Alugar e administrar pode dar mais lucro do que apenas alugar

Se há administradoras de imóveis, certamente é porque esta atividade gera lucros. Sendo um investidor individual normalmente é um exagero pensar em montar uma empresa para administrar os próprios imóveis, a não ser que tenhamos muitos imóveis. No entanto, se juntarmos nossos imóveis com os de outros amigos que também os possuem, talvez seja válido pensar na criação de uma empresa dedicada a cuidar disso para nós a um custo menor do que deixar isto para uma imobiliária.

Outra coisa que pode acontecer é administrarmos mais do que apenas os imóveis. Pense em um flat, por exemplo. Já pensou em ser proprietário de um? Em um flat temos não apenas a renda das unidades locadas mas também o rendimento dos serviços prestados. Pense em um condomínio de pavilhões industriais, recebemos não apenas o aluguel de cada pavilhão, mas a administração do condomínio. Está pensando que isto é tudo muito grande para seu porte de investimento? Continue lendo, há leis mais adiante que explicam como resolver esta questão.

5. Vender financiado nos permite ganhar juros

Uma das maneiras mais simples de lucrar na venda de um imóvel é vender através de um financiamento próprio, fazendo com que o comprador pague juros a nós, em vez de pagar aos bancos. Para tornar isto ainda melhor, basta alavancar nossa construção ou compra do imóvel usando ferramentas de alavancagem de capital, que descrevo a seguir.

6. Alavancar nosso capital nos permite fazer mais, com menos

Se você pode comprar ou construir mais do que o aparentemente possível com o dinheiro que possui, porque não fazer isso? Conheça as ferramentas de alavancagem de capital que permitem que você adquira mais, com menos dinheiro próprio. Descubra como comprar um imóvel a vista, pagar apenas 50% de entrada e ainda economizar 25% do valor total.

Você também lucra mais ao poder vender o imóvel através de um financiamento próprio que banque os custos mensais da alavancagem utilizada para a construção ou compra do mesmo e ainda gere fluxo de caixa positivo todos os meses.

7. Devemos dominar todas as etapas

Errar em qualquer etapa do investimento pode levar ao prejuízo. Se não conhece todos os detalhes envolvidos no investimento em imóveis, observe atentamente a oitava lei abaixo.

8. Precisamos de bons parceiros

O célebre dividir para conquistar. Aqui vale aquela regra de que duas cabeças pensam melhor que uma. Contrate quem sabe o que faz, o custo disso será bem menor do que o custo de errar. Ao contratar, verifique, conheça o que seu parceiro faz e o que já fez antes.

9. Ser maior permite melhores negociações

Sozinhos somos pequenos, podemos pouco. Juntos somos grandes e fortes. Grandes, caminhamos a passos largos. Um exemplo prático: na negociação de um dos investimentos em construção de que participo, conseguimos os terrenos para construir sem precisar pagar pelos mesmos, podendo fazer esse pagamento no ato da venda ou em dois anos, o que acontecer primeiro. Só conseguimos isto por um motivo, porque garantimos a compra de 20% de todos os terrenos do loteamento em questão e início imediato das construções. O proprietário do loteamento, sabendo que nossa movimentação iria atrair novos interessados e ajudaria a vender o restante dos 80% que possui ficou feliz da vida por termos feito essa proposta.

Tudo isso foi possível por não atuarmos sozinhos, por formarmos um grupo fechado e investirmos com a soma dos nossos poderes individuais para o bem de todos.

10. Sucesso não se mede com promessas, se verifica com histórico

Escutamos dezenas de promessas diariamente. Não perca tempo com o que dizem por aí, verifique o histórico de seus fornecedores, saiba o que já fizeram, conheça seus empreendimentos. Realizações passadas podem não ser garantia, mas com certeza ajudam a minimizar nosso risco. Você prefere contratar quem já construiu diversos imóveis ou quem irá construir pela primeira vez?