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Dicas para deixar seu financiamento da casa própria mais barato, confira aqui:

Confira as dicas de um educador financeiro e de uma construtora para economizar ao máximo

Quem nunca sonhou em comprar a casa própria? Certamente, este é o desejo de muitos brasileiros. No entanto, poucos conseguem adquirir um imóvel à vista. Muitas pessoas acabam recorrendo ao financiamento.

É possível fazer uma economia considerável pesquisando as taxas praticadas pelos bancos 

Na opinião de Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros, antes de comprar um imóvel é preciso verificar se ele é compatível com o seu padrão de vida, assim como é bom checar a infraestrutura em volta do imóvel no que diz respeito aos preços de produtos e serviços.

“É importante verificar se o preço do imóvel é compatível com o que você ganha, pois a prestação não pode ultrapassar 30% da renda. Outra dica é pesquisar as taxas das instituições financeiras, comparando as de administração e seguro, por exemplo, o que pode gerar boa economia para financiamentos em longo prazo”, ensina Domingos.

Rosana Carnevalli, sócia-proprietária da construtora Carnevalli e diretora-adjunta da Regional Santo André do SindusCon-SP, lembra que imóveis cadastrados no Programa Minha Casa Minha Vida possuem juros mais baixos. “Dependendo das condições, ainda há subsídios do governo no valor de R$ 25 mil. Há alguns dias vendemos um imóvel no valor de R$ 195 mil em Mauá e o cliente pôde utilizar esse recurso”, afirma.

Rosana também lembra que, quem compra um imóvel na planta, tem a vantagem de fazer uma poupança durante a construção e, na hora de financiar, pode fazer uma boa amortização do valor que seria financiado pelo banco.

“Além disso, tem muita gente que se esquece de usar o FGTS para o financiamento de imóvel ou que prefere esperar sair do emprego para usar. Mas o FGTS ajuda muito e tem ainda o fato de que o imóvel valoriza bem mais rápido que o FGTS. Então, vale a pena utilizá-lo”, aconselha.

No que diz respeito ao seguro do imóvel, é possível fazer uma economia considerável pesquisando as taxas praticadas pelos bancos. “O programa Minha Casa Minha Vida estipula os bancos onde devem ser feitos os seguros, mas, fora dessa situação, o consumidor deve comparar as taxas. No caso de pessoas com idade mais avançada, o seguro fica muito caro. A dica é passar o imóvel para o nome de um filho para diminuir as taxas de juros”, orienta Rosana.

Financiar ou pagar à vista?
Segundo Domingos, é fundamental ter em mente que, com o financiamento, você estará contraindo uma dívida de valor, que deverá ser honrada mensalmente e que inclui os juros que, somados ao longo do contrato, podem significar o pagamento de duas ou até três casas.

Para quem paga aluguel, o financiamento pode ser uma ótima alternativa, pois se deixa de pagar esse valor sem retorno futuro para pagar a prestação de algo que será seu. Se a pessoa não pagar aluguel, uma ótima alternativa é guardar o valor da prestação do financiamento em qualquer tipo de investimento conservador, assim, em sete ou oito anos, poderá comprar a casa à vista e não pagar juros. “É preciso entender que o dinheiro aplicado rende juros, enquanto quando se faz um financiamento se paga juros”, explica.

O grande problema enfrentado para a realização do sonho da casa própria, na opinião de Domingos, são as dívidas sem valor, aquelas contraídas nas compras de produtos e serviços que muitas vezes não agregam valor. Elas acabam desequilibrando o orçamento financeiro mensal e, com isso, perde-se o foco no bem de valor que é a casa.

Faça uma simulação em qualquer banco de quanto custaria a prestação do imóvel e comece a guardar em um investimento conservador.

Siga alguns passos para adquirir a casa própria:

1. Reúna a família e converse sobre o assunto, definindo o lugar, valor e as reais condições em que se encontram.

2. O melhor caminho para adquirir é poupar parte do dinheiro que se ganha. Faça uma simulação em qualquer banco de quanto custaria a prestação do imóvel e comece a guardar em um investimento conservador como poupança, CDB ou tesouro direto.

3. Analise o valor do aluguel que está pagando e, se for o mesmo valor da prestação de um financiamento, poderá ser uma opção financiar o imóvel.

4. Lembre-se de que o financiamento de um imóvel é considerado dívida de valor, por isso deve ser protegido e garantido antes de sair pagando as despesas mensais.

5. Cuidado com o valor do imóvel que comprará e veja se o seu valor adéqua-se a seu verdadeiro padrão de vida, pois muitas vezes não respeitamos nosso padrão.

6. Tenha sempre uma reserva estratégica, pois, em caso de qualquer eventualidade, não deixará de honrar este importante compromisso.

7. Caso não esteja conseguindo pagar a prestação da casa própria é preciso rever imediatamente os gastos, em especial as pequenas despesas que, somadas, podem levar uma família ao desequilíbrio financeiro.

8. Nunca se esqueça de que um novo imóvel demanda novos custos, como mobiliário novo, condomínio, taxas de transferência etc.

9. Outro ponto a ser levado em conta é o custo de vida da região para onde irá mudar, pois ele poderá se elevar. Também se preocupe com gastos com transporte.

Fonte: ZAP Imóveis




Principais dúvidas sobre FGTS e financiamento



O fundo de garantia é uma boa alternativa para dar a entrada ou amortizar parte da dívida. Confira as principais regras para resgatá-lo.

- Ter três anos de trabalho com FGTS, consecutivos ou não.

- Não ser titular de outro financiamento ativo do SFH em qualquer parte do país.

- Comprar um imóvel residencial no município onde trabalha, desde que não possua moradia própria nessa mesma cidade e região metropolitana.

- A casa deve ser financiável pelo SFH, com valor máximo de R$ 500 mil.

- Para que se use o FGTS na compra, a casa em questão não pode ter sido adquirida com FGTS há menos de três anos.

- Uma ou mais pessoas podem usar cada uma o seu FGTS para comprar um mesmo imóvel, desde que ele seja para moradia de todos.

Tire suas dúvidas

1. O que olhar no contrato de financiamento?

Ao fazer uma simulação de financiamento no site do banco ou ao ir à agência, você pode, querendo ou não, dar informações imprecisas sobre a sua renda e, assim, obter uma taxa de juros mais atraente, por exemplo. O que vale, porém, são os dados levantados pelo banco em uma checagem minuciosa que definirá as características do seu financiamento. Daí o fato de ser comum esperar por determinadas condições e depois descobrir que no contrato elas são diferentes. Por isso, preste atenção no Quadro Resumo: nele estão as condições específicas do seu financiamento.
2. O que acontece se não pago alguma prestação?

Em geral, após três meses de atraso, você recebe uma notificação do banco, e há incidência de multa sobre as prestações devidas. “Na maioria dos casos, a correção é pela TR e pela taxa de financiamento (o chamado juro remuneratório), além do juro de mora diária de 1% ao mês dividido pelos dias de atraso e uma multa de 1,5% sobre o valor da parcela”, explica Marcelo Prata.
3. Posso quitar parte da dívida antes do término do contrato?

Sim, você pode fazer isso a qualquer momento. Mas em geral precisará amortizar um mínimo de 20% do saldo devedor, percentual médio estipulado pelos bancos. E a operação vale a pena: quitando parte da dívida, você está deixando de pagar juros futuros.
4. Quando é preferível usar os investimentos para amortizar o saldo?

Se tiver uma reserva financeira aplicada, confira se o rendimento mensal dela, descontado o Imposto de Renda (IR), é maior que as taxas de juros pagas no financiamento. “Se for superior, continue com a aplicação. Mas se você possuir dinheiro na poupança, que tem correção baixa, vale a pena usá-lo para amortizar parte do crédito”, esclarece Marcelo.


Compensa financiar casa ou apartamento?

Comprar imóvel financiado é uma boa alternativa? Será que compensa financiar casa ou apartamento? Quais as principais características desta operação que uma pessoa precisa saber?

Esta é uma boa pergunta e acredito que a resposta não seja tão fácil assim, logo afirmar se compensa ou não financiar uma casa ou um apartamento vai depender de diversos fatores e pode ser que em alguns casos compensa e em outros casos não, portanto é uma resposta um pouco aberta. Mas acredito que na maioria dos casos é possível afirmar que vale a pena financiar um imóvel sim, especialmente nos últimos anos quando as condições de financiamentos melhorou bastante Brasil, embora ainda não seja exatamente um quadro ideal.

Quando vale a pena financiar um imóvel?
Acho que vale a pena financiar um imóvel quando uma família não tem sua casa própria e depende do pagamento de aluguel. Eu já paguei aluguel durante muito tempo e sei que não é o tipo de coisa que traz muitos benefícios, financeiramente não é um bom negócio e ao mesmo tempo você acaba não tendo muita tranquilidade uma vez que a qualquer momento pode ser obrigado a desocupar o imóvel. Em situações como esta pensar em comprar uma casa própria através de financiamento acaba sendo a melhor alternativa, uma vez que em muitos casos praticamente o valor que você paga de aluguel é basicamente o valor que irá pagar de financiamento, sem contar que no caso do imóvel financiado quando terminar de pagar você ficará com imóvel, diferente do aluguel onde você poderá morar 50 anos numa casa e ao final desse período a casa ainda não é sua.

Quando não vale a pena financiar um imóvel?
Embora seja bastante atrativa a ideia de fazer um financiamento é preciso levar em consideração que haverá casos em que talvez não seja o momento e para isso eu acredito que cada pessoa precisa avaliar se realmente precisa daquele móvel você tem outra alternativa de moradia que não seja a questão do aluguel. Também acredito que não seja tão atrativo assim fazer um financiamento quando as condições lhe obriguem a pagar taxas de juros muito altas, como pode acontecer em algumas situações. Taxas de juros muito altas podem tornar o valor das prestações também muito altas e onerar muito o custo do imóvel.

Às vezes vale a pena guardar um pouquinho de dinheiro se comprar um imóvel mais barato à vista do que fazer um financiamento de um imóvel caro onde você no final das contas irá pagar muito mais por aquele bem. Na verdade cada pessoa precisa avaliar qual é o melhor momento de fazer o financiamento e se é viável fazê-lo. Creio que os motivos acima mostrados possam ser úteis nesta avaliação.

Fonte: Casadicas


Cuidados básicos facilitam o financiamento do imóvel


A grande oferta de imóveis no mercado e a expansão do crédito nos últimos anos encurtaram o caminho para a casa própria. Contudo, para a maioria dos brasileiros a concretização desse sonho depende do financiamento. São várias etapas a serem vencidas e pesquisar antecipadamente é o melhor jeito de enfrentar a burocracia e não cair nas pegadinhas do financiamento, alertam os especialistas. Mesmo assim, o comprador pode precisar de uma ajudinha, já que o andamento do processo envolve vários detalhes e costuma ser demorado. Na Caixa Econômica Federal (CEF), por exemplo, todo o processo é feito por meio dos correspondentes imobiliários, profissionais cadastrados pelo banco e indicados pelas imobiliárias e construtoras para intermediar o financiamento. Para o especialista em Direito imobiliário Marcelo Tapai, o ideal é que o comprador do imóvel procure alguém de sua confiança para acompanhar o financiamento, afinal, trata-se de um investimento alto e de longo prazo. Conhecer os detalhes e se preparar para o financiamento antecipadamente evita dor de cabeça no futuro. Confira a seguir algumas dicas fundamentais antes de assinar o contrato.

Confira o fluxo de documentação até o registro do imóvel



1 – Avalie sua renda e capacidade de endividamento

O processo de financiamento começa quando se decide comprar um imóvel. Embora o limite para comprometimento da renda seja de 30%, especialistas recomendam uma margem menor, de até 25%. Isso porque, na maioria dos casos a capacidade de endividamento do comprador já está limitada com outras despesas. Ao menor sinal de que o comprador pode não honrar a dívida, os bancos acendem o alerta e podem barrar o financiamento.

2 - Prepare-se para os custos adicionais

O financiamento implica em custos que vão além do valor das parcelas. Pagamento do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), despesas de cartório, avaliação do imóvel e avaliação jurídica dos documentos podem custar até 4% do valor do imóvel, segundo estimativa da Associação Brasileira dos Corretores de Empréstimo e Financiamento Imobiliário (Abracefi). O ideal é fazer uma reserva para essas despesas adicionais. Só o ITBI, que varia conforme a cidade, custa 2,4% do valor do imóvel em Curitiba.

3 – Pesquise e negocie juros menores

Enquanto procura o imóvel que deseja, compare as linhas de crédito imobiliário disponíveis no mercado e negocie taxas melhores com os bancos. Observe não apenas a taxa de juros, mas o Custo Efetivo Total (CET) do financiamento. Os bancos costumam oferecer condições melhores para quem está disposto a ter “relacionamento” com a instituição, ou seja, vínculo por meio de conta-salário e outras operações como, por exemplo, seguro de vida e previdência privada.

4 – Procure ajuda especializada

Na dúvida, a orientação é procurar um especialista de confiança para acompanhar o processo. “Falta conhecimento sobre o financiamento de ambas as partes, tanto de quem quer comprar quanto de quem quer vender o imóvel”, afirma Alexandre Rebonato da Cunha, supervisor da Investbens, empresa de assessoria imobiliária. Sem o acompanhamento de um bom profissional, as chances de o processo emperrar em algum ponto aumentam muito.

5- Destrinche o contrato

Alguns contratos costumam esconder taxas ilegais ou desnecessárias, que poderiam ser previamente negociadas. O cliente que compra o imóvel na planta, por exemplo, não é obrigado a fazer o financiamento com o banco da obra, mas existe uma taxa de interveniência que penaliza quem escolhe outro banco para financiar o imóvel Outra cobrança que pode ser abusiva é a do Serviço de Assistência Técnico Imobiliário (Sati), que corresponde a 0,85% do valor do imóvel. É uma espécie de assessoria da construtora ao financiamento.

6- Fuja das pegadinhas

No contrato de financiamento de um imóvel junto ao banco, apenas dois seguros são obrigatórios e estão embutidos no Custo Efetivo Total (CET) da operação: o seguro de Morte ou Invalidez Permanente – que quita o saldo devedor no caso de morte ou invalidez do mutuário (a alíquota varia de acordo com a idade do comprador e é calculada sobre o saldo devedor, mês a mês) – e o seguro de Danos Físicos ao Imóvel (DFI), que cobre a garantia do banco que é o imóvel. É fixo e é calculado sobre o valor do imóvel.

Fique atento

Financiamento de imóvel na planta exige cuidado redobrado

A compra de um imóvel na planta requer cuidado redobrado por parte do comprador, pois implica na aquisição de dois contratos longos: primeiro com a construtora; depois com o banco, por um período de 20 a 30 anos. Uma parte do pagamento é diluída durante a construção e o saldo restante pode ser financiado, mas qualquer atraso no processo de financiamento significa custo extra para o comprador. Enquanto o contrato não é assinado com o banco, o comprador paga juros de 1% ao mês, além da correção do IGP-M, para a construtora. O comprador deve estar ciente de que essa correção mensal é somada ao valor final do imóvel. Portanto, se no momento da assinatura do contrato com a construtora o valor do imóvel era compatível com a sua renda, na hora de financiar ele poderá ter dificuldade para obter o valor junto ao banco. Esse, aliás, é um dos principais entraves desse tipo de financiamento, afirma o advogado Marcelo Tapai, especialista em Direito imobiliário.

Papelada

A lista de documentos necessários para o financiamento inclui a papelada reunida pelo comprador e pelo vendedor do imóvel. Já os documentos do imóvel variam de acordo com o tipo do bem, se é novo ou usado. É preciso ficar atento ao prazo de validade de algumas certidões. Um documento com prazo vencido pode atrasar todo o processo de financiamento. Os bancos e até mesmo as construtoras fornecem a lista de documentos necessários para o financiamento.

Você sabia?

A Lei Federal 12.424/11 determina um desconto de 50% nos custos de cartório para quem estiver comprando o primeiro imóvel pelo Sistema Financeiro de habitação (SFH). O mutuário preenche uma declaração e pede o desconto no ato do registro do imóvel.




Antecipar a quitação do financiamento imobiliário requer atenção



Antes de tomar a decisão de quitar a dívida é preciso fazer contas e definir as prioridades

Antecipar o pagamento de um financiamento imobiliário pode representar um bom ganho financeiro. Em média, os parcelamentos para a compra de imóveis não enquadrados no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida têm juros de 12% ao ano. Já a correção anual da poupança fica em torno de 6%. “É possível fazer bons investimentos, com taxa de 11% ao ano, mas aí haverá cobrança de impostos”, explica Samy Dana, professor na Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas.

Antecipar o pagamento do financiamento pode ser um bom ganho 
“Em geral, vale a pena quitar o imóvel antecipadamente, mas é necessário fazer contas. Verificar o CET (Custo Efetivo Total) e qual a taxa de rendimento do investimento que poderia fazer com o valor da quitação e os juros. Só com essas informações em mãos dá para calcular qual a melhor opção”, alerta o professor.

“Tecnicamente, a antecipação do financiamento pode representar ganhos financeiros, mas do ponto de vista de educação financeira está totalmente errado”, afirma o consultor financeiro Reinaldo Domingos. Ele explica que é necessário desenvolver reservas para outros sonhos e necessidades pessoais. Para o especialista, a antecipação só deve ocorrer se a pessoa tiver três vezes o valor da dívida guardado. “Se não for dessa forma, já que fez o financiamento, o melhor é ter tranquilidade e seguir pagando o fluxo das prestações”, diz.

Isso porque, explica ele, caso haja alguma necessidade financeira, o mutuário pode ser obrigado a recorrer à linha de crédito com custo mais alto que o financiamento imobiliário, como é o caso do cheque especial. “Além disso, é importante entender que todos têm outros sonhos e é necessário não pensar só do lado financeiro, mas também em projetos de vida – como uma viagem ou a troca de carro –, desde que haja planejamento para isso”, considera Domingos.

“Se, por um lado, ao deixar de antecipar o financiamento imobiliário há uma pequena perda financeira, por outro, há ganho no poder de compra e isso também é importante”, aconselha. Domingos considera que o crédito não é um vilão. Na opinião dele, o que atrapalha muitas pessoas é a falta de planejamento para usar o valor que está disponível.

A falta de planejamento é o que atrapalha os compradores
Para o professor Samy Dana, o problema maior que existe nos financiamentos imobiliários é o preço dos imóveis. “O valor dos imóveis está muito alto e isso é mais preocupante e requer muita atenção do consumidor na hora da compra”, alerta.

Fonte: ZAP Imóveis